(fecha aspas)
Queria eu poder infanciar mais uma vez...
Sabedoria nenhuma pagaria minha inocenciêz!
Enxergaria as mil cores dum ipê branco
E veria o mundo na gota d'água mais uma vez!
Chamaria por nomes sem maiúsculas
sem temer tão completa insensatez.
Faria mil poemas sem rimas pra declamar com os olhos,
E me permitiria chorar de quando em vez
Quem sabe, deitado ao relento numa tarde desnumerada,
sem me dar conta de minha ingênua despreocupêz,
descobriria o mistério do mundo olhando pro céu:
Tudo que agente precisa, é voltar a acreditar em barcos de papel...
(abre aspas)
02/04/09
0 comentários:
Postar um comentário