Começo este texto com uma afirmação: Estou condenado a comer uva-passa no almoço de natal! Muita uva-passa... Com arroz, com salada, peru... Nem a farofa de milho com tender e cebola escapa. É hilário! Enquanto percorro o longo corredor do refeitório do tradicional almoço em família, por todos os lados observo pratos divididos em metades: uma de uva-passa catada, e a outra de almoço de comer mesmo. Isso no caso dos primos, porque os tios - responsáveis pela presença da dita cuja - se sentem na obrigação de comer sem relutância, os infindáveis pontos pretos misturados ao desjejum.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Sobre uvas-passas
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